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Publicado em 22/09/2017



CONSUMO SUSTENTÁVEL E VEGANISMO

Já dissemos que desenvolver uma Gastronomia Consciente abrange um importante exercício de sustentabilidade, ou seja, de preservação do meio ambiente. O do nosso entorno mais imediato e também da preservação do planeta em que vivemos e que pretendemos legar para nossos filhos e netos.

Agora vamos ampliar um pouco essa reflexão. 

Todo tipo de consumo provoca impactos ambientais e sociais. Isso significa que, antes de qualquer compra, descarte de lixo e outras atividades do dia a dia, devemos estar atentos para minimizar os efeitos que provocam no meio em que vivemos.

De acordo com Ministério do Meio Ambiente, consumidor responsável é aquele que, ao escolher o produto que compra, considera sua sustentabilidade, ou seja, sua capacidade de sustentar, manter e preservar o meio ambiente, a saúde dos que o habitam, e as relações justas de trabalho humano envolvidas naquela mercadoria ou serviço.

Isso não significa ter que se privar de uma vida mais confortável, mas sim de buscar redução, reciclagem e reaproveitamento de tudo o que for possível, para não prejudicar o equilíbrio ecológico do planeta.

Por exemplo, pensar em nossa alimentação considerando seus impactos no meio ambiente é uma atitude de consumo consciente e sustentável que podemos assumir, aqui e agora, para contribuir com a preservação dos recursos naturais do nosso planeta e manter seu equilíbrio ecológico.

Há muitas formas de atuar como cidadão consciente e consumidor sustentável. Por certo você já exerce várias delas, mas vamos nos lembrar de algumas? 

Ao comprar mantimentos: escolher produtos que utilizaram menos recursos naturais em sua produção, que garantiram emprego decente aos que os produziram e que serão facilmente reaproveitados ou reciclados.

Ao comprar aerossóis: escolher nebulizadores, laquês e outros sprays que não utilizam clorofluorocarboneto (CFC), um composto baseado em carbono e hidrogênio, de uso atualmente proibido em vários países, por ser responsável pela redução da camada de ozônio do planeta.

No supermercado: levar sacolas retornáveis, para não voltar para casa com mais um pedaço de plástico que você irá descartar para os lixões, onde levará mais de 100 anos para se decompor.

Ao cozinhar: não desperdiçar alimentos; visar o seu aproveitamento integral e o prolongamento da sua vida útil.

Ao fazer frituras: coletar o óleo usado e encaminhá-lo para reciclagem onde será bastante útil. Nunca descartar em pias, ralos ou guias da calçada, para não entupir encanamentos e provocar enchentes, nem contaminar água e solo.

Na limpeza doméstica: separar seu descarte de plástico, metais e papéis e encaminhá-lo para usinas de reciclagem. 

Com os equipamentos eletroeletrônicos: separar pilhas e baterias usadas, produtos altamente poluentes da água e do solo, para descartá-los em postos de coleta específicos para esses materiais.

No consumo de energia elétrica: economizar o chuveiro nos banhos, controlar a iluminação em cômodos vazios e usar aparelhos elétricos de baixo consumo. 

Na iluminação: usar lâmpadas eletrônicas ou LED, que consomem menos energia elétrica que as incandescentes.

No uso do papel: diminuir a impressão de documentos com transporte de arquivos digitais e utilizar papel reciclável, para minimizar o desmatamento de florestas.

Na decoração: comprar móveis de madeira certificada, cuja extração foi feita com o menor impacto socioambiental possível.

No transporte: utilizar mais o veículo coletivo, a bicicleta ou o andar a pé, para diminuir a queima de combustíveis fósseis que elevam os níveis de gases do efeito estufa do planeta.


O veganismo

Uma das formas de consumo consciente e sustentável que vem se destacando muito hoje em dia é o veganismo. 
No quesito da poluição do ar pelos veículos automotores, por exemplo, seus adeptos acreditam que a criação de animais para alimento produz mais gases de efeito estufa do que todos os carros, aviões, trens, motos, navios e outros meios de transporte juntos. 

Para os veganos, “quando paramos de comer carne, nós reduzimos o impacto das mudanças climáticas, do desmatamento das florestas, da poluição. E, de quebra, ainda economizamos muita água e outros recursos valiosos”. 


Sua alimentação é vegetariana, mas vai além; é uma filosofia de vida focada em uma ética de respeito à vida dos animais não humanos e ativismo contra a exploração deles pelo homem. 

Para os veganos, todo animal é sensiente, ou seja, percebe sensações e sentimentos de forma consciente. Então, por que amar e respeitar seu cachorrinho ou gato e não a vaca? 

Aliás, eles não compram animais de estimação, eles adotam. Não usam roupas feitas a partir de animais (lãs, peles, couros, sedas e etc.) e não frequentam locais onde os animais são usados para o entretenimento, como circos, touradas e rodeios. Também não consomem produtos de empresas que fazem testes com animais ou que mantêm humanos em regime análogo ao da escravidão. 

Hoje em dia, ser vegano está se tornando cada vez mais comum, já que mais e mais pessoas vêm descobrindo seus benefícios e divulgam muitas informações a respeito.

 
Na Vila Mariana tem

Para quem quiser usufruir de um ambiente vegano, com direito a informações, alimentação, música ao vivo e muita cordialidade, há uma feira que acontece aos finais de semana, perto do Metrô Ana Rosa.

A entrada é gratuita, o ambiente adequado para crianças e seu amigo de quatro patas lá é muito bem-vindo.

Tem bicicletário, condições de acessibilidade e estacionamentos próximos.  
Sábados das 12h às 22h 
Domingos das 12h até às 21h.

Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 83 – Vila Mariana 

Org. por Vegnice - eventos veganos & ações solidárias

(11) 3451-6000 / 98404-9948                                                                                                                                       
                                                                                                                                           Coxinha de Jaca




Marília Muraro
Colunista Gastromania
marilia.escrita@gmail.com 





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