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Publicado em 10/06/2022

SANTO ANTÔNIO, CADÊ MEU AMOR?


Treze de junho chegando e a crença que Santo Antônio traz um amor segue afincada no coração das pessoas que desejam encontrar a tampa da panela. Mas será que depende só dele?

Toninho casamenteiro.

Ele nasceu Fernando de Bulhões, em Lisboa, Portugal. Nobre e rico, se formou sacerdote bem jovem e pelo amor à São Francisco de Assis, entrou na ordem dos franciscanos, escolheu o nome de Antônio e saiu pela Europa peregrinar sua fé. Morreu novo, aos 36 anos, e a imagem que retrata o jovem Antônio, é a que ele está com semblante jovial, trajes franciscanos, segurando o Menino Jesus nos braços e um lírio. Foi canonizado santo um ano após sua morte.

Os milagres começaram, e o que o remeteu à função amorosa foi uma jovem que precisava de dote para se casar, rezou ao santo pedindo ajuda e por meio de um bilhete, um comerciante lhe deu moedas que devia ao santo como promessa e não havia cumprido. A jovem adquiriu o seu dote, conseguiu se casar e agradeceu ao milagreiro. Por essa história dizem que o santo cobra o que lhe foi prometido.

Num outro caso, uma jovem sem esperança de se casar, tomou a imagem do santo e arremessou pela janela. A imagem atingiu um homem, ela foi ajudá-lo e mais tarde esse encontro transformou-se em amor.

Aqui estamos relatando os acontecimentos ligados ao casamento, mas o santo ficou também conhecido por sua ajuda aos menos favorecidos, pelo seu intelecto e sua força, pela sua bondade e justiça.

Santo Antônio é o primeiro santo homenageado nas festas juninas, tradição pagã que se adentrou no cristianismo e hoje é uma das celebrações mais popular no Brasil inteiro, seja nas igrejas dos santos homenageados, seja nas quermesses de bairro, seja na região nordestina, que atrai multidão para os festejos de junho e julho. O dia 13 de junho é o dia dedicado à Santo Antônio - missas, procissões, bênçãos, distribuição de pão e bolo, fazem parte da comemoração. Pedidos e promessas, fé e esperança. É tempo de encontrar a metade da laranja.

Me dá uma força, universo!

Não precisa jogar o santo pela janela nem afogá-lo. A decisão de relacionar-se está ligada à disposição de realmente se entregar à vida a dois, por isso é uma decisão séria. Vivemos numa realidade em que encontros são possíveis de segunda a segunda - os aplicativos amorosos confirmam isso. Pessoas no mundo inteiro querem  encontros, mas muitos não encontram a si mesmo. Os interesses mais comuns são diversão, sexo, fuga da solidão e da rotina, e curtição. Porém relacionamento sério inclui tudo isso e um pouco mais: paciência, dedicação e calma. Além dos interesses em comum e muito carinho um pelo outro. É preciso estar aberto ao amor, só assim ele chegará.

Relacionamento não cura vazio existencial. Não cura doenças nem lacuna da falta de amor materno e paterno. O que cura tudo isso é fortalecer-se, conhecendo a si próprio. Aprendendo a lidar com as próprias frustações e anseios, dando amor e atenção a si próprio, para depois repartir a vida com outra pessoa.

Se prepare para o amor.

O primeiro amor é o próprio amor, talvez o mais complicado. Para aliviar essa complexidade faça terapia. Cuide da sua aparência com carinho, sem sacrifícios - seu corpo é a sua "casinha", merece cuidado e respeito.  Cuidar de si mesmo é o início para encontrar o amor, o seu e de outra pessoa. "Primeiro eu, depois os meus e em terceiro os outros", regra de ouro para uma vida saudável.

Inner Beauty.

Beleza interior é formada por sentimentos e virtudes. Exercite sua bondade, sua empatia, sua compaixão e solidariedade. Controle sua raiva, sua inveja e seu orgulho. Não seja arrogante, seja humilde. A humildade cativa as pessoas, a arrogância afasta.

Faça sua parte para atrair boas pessoas para sua vida e no dia de Santo Antônio você alivia a parte dele.



Redação: Silvia Delforno





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